<b>A preservação digital como aceleradora dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na agenda 2030</b>: o papel estratégico dos repositórios institucionais
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Palavras-chave

Preservação digital
Repositórios institucionais
Agenda 2030
Acesso aberto
Sustentabilidade informacional

Como Citar

SILVA, Fabiana de Oliveira; GARCÊS, Bruno Pereira. A preservação digital como aceleradora dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na agenda 2030: o papel estratégico dos repositórios institucionais. Revista Brasileira de Preservação Digital, Rio de Janeiro, RJ, v. 7, n. 00, p. e026003, 2026. DOI: 10.20396/rebpred.v7i00.20986. Disponível em: https://rbpd.emnuvens.com.br/rebpred/article/view/20986. Acesso em: 26 jun. 2026.

Resumo

Introdução: O crescimento acelerado da informação digital e a necessidade de garantir autenticidade, integridade e acesso contínuo às produções científicas evidenciam a importância da preservação digital no contexto contemporâneo. Nesse cenário, os Repositórios Institucionais (RIs) assumem papel estratégico ao apoiar o acesso aberto (AA), promover transparência e fortalecer políticas. A Agenda 2030 da ONU reforça essa necessidade ao destacar que o desenvolvimento sustentável depende de infraestruturas informacionais confiáveis, inclusivas e sustentáveis. Objetivo: Analisar como a preservação digital e os RIs atuam como aceleradores dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 4, 9, 10, 12, 16 e 17. Metodologia: A pesquisa adota abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, baseada em revisão bibliográfica e documental. Foram examinados marcos normativos (LAI, Política de Dados Abertos, ISO 16363, UNESCO, ONU) e literatura relacionada à preservação digital, AA, interoperabilidade e governança informacional. Parte da análise deriva da dissertação da autora, articulando categorias como preservação, visibilidade, equidade e sustentabilidade. Resultados: Os resultados mostram que os RIs atuam como infraestruturas sociotécnicas essenciais para democratizar o acesso ao conhecimento, fortalecer práticas educacionais, promover inovação tecnológica, reduzir desigualdades informacionais, otimizar recursos e ampliar a transparência institucional. Também favorecem parcerias e internacionalização por meio de padrões de interoperabilidade como DOI, ORCID, OAI-PMH, METS e PREMIS. As contribuições observadas dialogam diretamente com os ODS selecionados. Conclusão: Conclui-se que os RIs transcendem sua função arquivística e se afirmam como instrumentos estratégicos para o desenvolvimento sustentável. Ao integrar preservação digital, AA e governança informacional, contribuem para ecossistemas de conhecimento mais inclusivos, inovadores e sustentáveis, alinhados aos princípios da Agenda 2030.

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